Tutano no ventilador
segunda-feira, 10 de outubro de 2005
  seu nome é "Carlos"
Numa das pausas das "viajens" dessa noite nos escritos do "Projeto Neogama" pus-me a pensar sobre um outro personagem que não faz -- e não fará -- parte desse escrito que ainda tenho de finalizar para aí sim postá-lo (o que vou explicá-lo em outro post que não este de agora)... mas atenhamos ao "Carlos" por ora, "Carlos" está incompleto, posto que saiu meio ao acaso como que em uma espécie de intervalo que dei a Zenão, Donna, Cynthia, Sara, Chris, Thiago, Jorge e a novata Jaqueline em minha cabeça ... é duro para um autor/escritor amador este convívio pois já houve diversas vezes onde estes sete que aí estão nominados me encheram a paciência com suas reflexões... mas vamos ao "Carlos" que não será parte desta turma, mas que, além deste post abaixo, não existia senão em mente...


Carlos

Carlos não buscava a companhia de outros de seu "bando", diferente dos outros, agia de forma mais qualitativa que quantitativa, o que ia em caminho oposto ao do convencionado entre os outros que usavam números para medir as diferenças entre uns e outros e quão diferentes estes primeiros eram em relação aos segundos e por aí vai...

Presava a boa companhia, tais pessoas avessas às respostas curtas, com as quais divertiam-se seus amigos por alguma horas, usava outras formas de identificar àquelas que lhe interessavam ... até os lugares eram diferentes... preferindo sempre sua "caça solitária" que nem mesmo encarava como caça, posto que "não era bicho para caçar, apenas busco um fato que me mova, diferentemente de meus compadres, a um encontro, a uma conversa que seja, se tal houver..." como sempre dizia para si mesmo sempre neste questionamento.

As elaboradas respostas ganhavam nele um alento, como se em forma de testes, procurava com afinco a derradeira forma de não ser enganado pelas sensações temporárias, posto que muitas vezes era tapeado justamente por tais. Suas andanças lhe permitiriam um olhar que não era tido como "normal" para muitos de seus convivas, mas que era, para ele, uma das melhores formas de visualizar suas companhias, a partir de um uso melhor cuidade, conseguia vislumbrar ocorridos e fatos que não perceberiam os mais próximos... fato este que por vezes foi comprovado pelos amigos mas nem sempre entendido. Seus códigos e falas nem sempre eram inteiramente compreendidos, fato que por vezes abria em seu rosto um sorriso de lado com o qual enigmava a todos os que lhe prestassem alguma atenção. Desconversava várias situações que se desenrolavam em sua mente, mundos que algumas poucas haviam conhecido em pedaços mas que não poderiam trazer muitas informações sobre ele...


Como lhes disse, está incompleto, pretendo retomá-lo assim que possível pois logo após este breve trecho, retornei ao Neogama com Thiago e Zenão me chamando a atenção para um diálogo destes...

Do "Neogama" lhes falo depois, quem me conhece, alguns poucos ilustres (ao menos para mim) sabem a seu respeito...

Até.
Grande Abraço.

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Alguns escritos, viagens, devaneios, ...

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